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OGUN COMO REGENTE DE TEMPO

Abertura de caminhos, estrutura e responsabilidade espiritual

No culto aos Orixás, falar de regência não é falar de destino fixo, nem de promessa mágica. Falar de Ogun como Orixá regente de um tempo é falar de um arquétipo que organiza o mundo, que governa movimento, trabalho, decisão, corte e construção.

Na minha casa, no meu Asé, a leitura espiritual aponta Ogun como regente de 2026. Isso significa que o ano exige postura, ação consciente, organização da vida material e espiritual e, principalmente, responsabilidade sobre escolhas. Onde Ogun governa, não há espaço para adiamento eterno, vitimização ou espera passiva.

É importante dizer com clareza que leituras de Orixá regente podem variar de casa para casa, de tradição para tradição. Isso não invalida nenhuma delas. O que importa é compreender o princípio que Ogun ativa: caminho só se abre para quem anda.Ogun é o senhor das estradas, do ferro, da tecnologia, do trabalho e da sustentação da vida civilizada. Ele não remove obstáculos por compaixão. Ele remove quando há merecimento, alinhamento e ação. Por isso, cultuar Ogun não é apenas ofertar. É alinhar vida, escolhas e comportamento.

Dentro desse contexto, o ebó não é moeda de troca. É tecnologia espiritual de reorganização de destino. O ebó para Ogun trabalha diretamente os pés, porque é pelos pés que se anda o caminho e é pelo caminho que o destino se manifesta. 

Você pode ler mais sobre Ogun na página ORIXÁS desse site. Só clicar aqui. 

 

Oferendas para Ogun em 2026

EBÓ DE OGUN PARA ABERTURA DE CAMINHOS

Fundamento dos pés, do movimento e da sustentação

Este ebó atua diretamente sobre estagnação, bloqueios persistentes, dificuldades materiais e caminhos travados. Deve ser feito apenas quando indicado em jogo e com responsabilidade ritual.

Materiais

- Sete chumaços de algodão
- Uma meia branca nova
- Um alguidá
- Dendê
- Moedas
- Taliscas de mariô

- 1 Eku ifa desmanchado
- Folha da fortuna
- Folha de acocô
- Dendê

- Sete espigas de milho assadas
- Um inhame assado
- Três ekuru pupá
- Um mariô novo desfiado
- Quatro orobôs
- Dois obis
- Cebola
- Feijão preto cozido ao dente e depois torrado

- Animais conforme o jogo indicar (se você puder realizar sacrifícios)

 

Modo de fazer

Amasse bem os sete chumaços de algodão até que fiquem finos, formando fitilás do tamanho exato do seu pé. Prepare a mistura com eku ifá (ratinho africano) desmanchado, folha da fortuna e folha de acocô batidas num pilão, acrescentando dendê. Mele os fitilás nessa mistura e coloque-os dentro de um alguidá, deixando-os ali.

Cozinhe um inhame grande no formato de um pé. Amasse e coloque dentro da meia branca nova. Calce essa meia e permaneça com ela por algumas horas. Durante esse tempo, acenda os fitilás até que se apaguem completamente, permanecendo com a meia nos pés. Você pode e deve caminhar, permanecer em pé, não fique parado. 

Ao final, retire a meia e o inhame. Descarte a meia. Coloque o inhame no mesmo alguidá, modelando novamente o formato de um pé. Regue com dendê, acrescente moedas e taliscas de mariô.

Realize então o sacrifício conforme o jogo determinar.

Prepare o adimu de Ogun com milho assado cortado em rodelas, inhame assado, ekuru pupá, orobôs e obis (caso souber usar), dendê, cebola e feijão preto torrado. Enfeite com o mariô novo desfiado. Faça uma grande comida aos pés de Ogun, pedindo abertura de caminhos, sustentação, trabalho e prosperidade. 

Após o ritual completo, leve toda a oferenda para os trilhos de um trem, entregando a Ogun aquilo que foi movimentado, cortado e reorganizado.

 

Ogun não atua no desejo vazio.
Ele atua na decisão sustentada.

Este ebó não substitui postura, não corrige incoerência e não cria caminho onde a pessoa se recusa a andar. Ele destrava, organiza e impulsiona, mas exige continuidade na vida prática.

Quando Ogun responde, o caminho abre.
Mas quem sustenta o caminho é quem anda.

Você pode adquirir o curso de Ogun clicando aqui.

 

Banhos de Ogun para 2026

Abertura de caminhos, força e movimento

Este banho atua diretamente sobre caminhos travados, estagnação espiritual, cansaço existencial e bloqueios persistentes. Okun, enquanto princípio de profundidade, movimento e vastidão, trabalha aquilo que está represado, parado ou confuso. É um banho de abertura, fortalecimento e reorganização energética.

Não é um banho apenas calmante ou refrescante. É um banho ativo, que mexe com o campo espiritual e prepara a pessoa para receber caminhos abertos, decisões e oportunidades.

 

Materiais

- Odundum (Saião)

- Labelabé (Capim-navalha(

- Abamodá (Folha da fortuna(

- Akoko

- Ewe okó (Verdolaga)

- Ewe awedé (Trevo de três folhas(

- Wagi

- Um shot de gin

- Um carvão em brasa

 

Modo de preparo

Lave bem todas as folhas. Sopre gin e Obi para ativar. Em seguida, macere ou pile as folhas, sempre mentalizando abertura de caminhos, clareza e movimento na vida. Após macerar, acrescente um pouco de wagi e o shot de gin.

Com o banho já preparado, pegue um carvão em brasa bem vermelho e coloque dentro do banho. Deixe o carvão ali até que ele se apague completamente. Esse processo ativa a energia das folhas e dos elementos, despertando o fundamento do banho.

Após o carvão apagar e o banho esfriar, retire o carvão e descarte no lixo comum.

Tome o banho da cabeça aos pés, sem coar, após o banho higiênico. Se puder ser na natureza, melhor ainda, se não, pegue o bagaço e coloque em um local de natureza. Durante o banho, mantenha pensamento firme, postura aberta e consciência de que os caminhos estão sendo reorganizados.

Este banho pode ser combinado com um sabão irê ajê de prosperidade para potencializar ainda mais seus efeitos, e utilize o Ileke Ogun.

 

Esse baho pode ser utilizado por até sete dias consecutivos, sempre mantendo o mesmo propósito de abertura e fortalecimento.

(receitas tiradas dos ebooks "Banhos Mágicos 1 e 2" e do curso de Ogun do Babá Danvulayó, ao reproduzi-lo, por favor, creditar)

Você pode adquirir os ebooks clicando aqui.

Ebó de comportamento para 2026

Quando dizemos que 2026 exige ebó de comportamento, estamos falando de algo muito sério. Ogun é um Orixá de correção moral, de ética e de conduta. Ele não tolera mentira, falsidade, roubo, traição nem caminhos tortos. Diferente do senso comum que associa justiça apenas a Xangô, Ogun também é um Orixá profundamente ligado à justiça prática, à justiça do cotidiano, aquela que se manifesta nos atos e nas consequências.

Em 2026, discussões pequenas podem virar conflitos enormes. Brigas verbais podem escalar para situações irreversíveis. A espada de Ogun corta rápido, e quem vive em estado constante de agressividade, ironia, provocação e confronto pode acabar se ferindo pela própria impulsividade. O ebó de comportamento é aprender a parar antes de reagir, pensar antes de falar e medir antes de agir.

Ogun odeia falsidade porque falsidade é desvio de caminho. Quem vive enganando, manipulando ou se aproveitando dos outros tende a encontrar bloqueios, perdas e rupturas duras. Não é punição gratuita, é correção de rota. Em 2026, andar certo não é opção espiritual, é necessidade de sobrevivência energética.

 

Amor em 2026

Ogun fala de amor, sim, mas não de amor idealizado. Ele fala de paixão intensa, arrebatadora e, muitas vezes, impulsiva. Ogun se apaixonou profundamente por Iansã, por Oxum, viveu amores intensos, mas também carregou frustrações, desilusões e conflitos afetivos. Ele não foi um Orixá plenamente feliz no amor, e isso diz muito sobre o campo afetivo de 2026.

É um ano em que pessoas podem se apaixonar rápido, se envolver de forma intensa e até perder a noção de limites. A impulsividade emocional é um risco real. Decisões afetivas tomadas no calor do desejo podem gerar arrependimentos profundos. Relações tóxicas, conflituosas ou baseadas em ciúme, posse e controle tendem a explodir.

Por outro lado, para quem entende que amor também é maturidade, diálogo e responsabilidade emocional, 2026 pode fortalecer vínculos verdadeiros. Ogun protege relações onde há verdade, parceria e lealdade. O amor só prospera quando não vira campo de guerra.

 

Financeiro em 2026

No campo financeiro, 2026 é um ano extremamente favorável para quem quer trabalhar, empreender, abrir negócios, iniciar projetos e colocar ideias em movimento. Ogun rege o trabalho, a técnica, a produção e a construção. Nada parado prospera sob sua regência.

É um ano excelente para quem quer sair da estagnação, mudar de área, abrir empresa, formalizar negócios ou assumir projetos ousados. O dinheiro vem como consequência da ação. Quem espera cair do céu tende a se frustrar.

Porém, Ogun não protege dinheiro mal ganho. Golpes, trapaças, esquemas e atalhos financeiros podem trazer ganhos rápidos, mas a cobrança vem pesada depois. Prosperidade em 2026 precisa estar alinhada com esforço, ética e coerência.

 

Cores em 2026

As cores que vibram com 2026 são o azul escuro e o vermelho. O azul escuro representa Ogun em sua forma mais estratégica, racional e disciplinada. É a cor que ajuda a conter impulsos, organizar pensamentos e agir com firmeza sem perder o controle.

O vermelho representa a força vital, a coragem, o fogo da ação e da decisão. Ogun gosta do vermelho porque ele simboliza movimento, sangue vivo e energia ativa. No entanto, o excesso de vermelho pode estimular agressividade, ansiedade e impulsividade. O equilíbrio entre azul escuro e vermelho é fundamental.

Essas cores podem ser usadas em roupas, objetos pessoais, ambientes e fundamentos espirituais, sempre com consciência e intenção.

 

Somatória dos números de 2026

2 + 0 + 2 + 6 = 10
Ofun

A somatória do ano revela o Odù Ofun, o Odù da sabedoria, da maturidade e da consciência elevada. Ofun ensina que nem toda briga merece resposta, nem toda discussão precisa virar guerra e nem toda provocação exige reação.

Esse Odù funciona como um freio espiritual para a energia explosiva de Ogun. Ele lembra que agir com inteligência é mais poderoso do que agir com força bruta. Em 2026, quem sabe escolher suas batalhas cresce. Quem quer brigar por tudo perde energia, saúde e caminhos.

Ofun fala de paciência, observação e estratégia. A espada deve sair da bainha apenas quando realmente necessário.

 

Planeta regente de 2026

O planeta regente de 2026 é Marte, o planeta da guerra, da disputa, da iniciativa e da ação rápida. Marte intensifica decisões impulsivas, conflitos e confrontos, mas também dá coragem para enfrentar desafios antigos e cortar situações que já não servem mais.

Essa influência pede controle emocional. Marte mal direcionado gera brigas, acidentes, rupturas e desgaste físico. Marte bem direcionado gera conquistas, liderança e vitórias.

 

Signo de 2026

O signo que rege 2026 é Áries. Áries é o signo do início, da decisão e do impulso. Ele simboliza o momento em que não dá mais para adiar. É agir ou ficar para trás.

Áries traz coragem, mas também imprudência quando não há consciência. Em 2026, liderar não é gritar mais alto, é saber quando avançar e quando recuar. Quem confunde força com agressividade pode perder apoio e alianças importantes.

 

Entidade regente de 2026

As entidades que regem 2026 são os Caboclos e os Boiadeiros. Os Caboclos trazem a força da retidão, da verdade, da honra e da conexão com a terra. Eles não caminham com mentira nem com desvio de caráter.

Os Boiadeiros trazem a noção de condução, limite e direção. Eles sabem quando puxar e quando soltar. Em um ano de impulsos fortes, essas entidades ensinam domínio, firmeza e responsabilidade sobre os próprios atos.

 

Exu e Pomba Gira de 2026

O Exu que rege 2026 é Tranca Ruas. Ele atua diretamente nos caminhos, fechando rotas para quem anda errado e abrindo estradas para quem se mantém correto. Tranca Ruas não negocia com mentira, falsidade nem falta de compromisso.

A Pomba Gira atua de forma mais seletiva, fortalecendo amor próprio, dignidade emocional e limites. Relações baseadas em humilhação, dependência ou manipulação tendem a ser rompidas. O ensinamento é claro: desejo não pode custar a própria dignidade.

2026 é um ano de lâmina afiada e mente sábia. Ogun rege com força, Marte acelera, Áries impulsiona e Ofun ensina a pensar antes de agir. Quem entende isso atravessa o ano inteiro com caminhos abertos, honra preservada e Asé sustentado.

Lenda de Ogun

Numa era remota, quando os Irúnmolè ainda caminhavam entre os homens, Ogun vivia entre seu povo em Irê Ekiti, uma das cidades mais sagradas da tradição yorùbá. Filho de Odùdùwà, fundador de Ilé Ifé, Ogun foi reconhecido como o primeiro rei legítimo de Ifé. Ainda assim, recusou a coroa. Preferiu o capacete. Abriu mão do trono para atender ao chamado da guerra, da forja e do mato. Por isso passou a ser conhecido como Alákoro, aquele que possui o capacete, o guerreiro que trocou o ouro do rei pelo ferro do caçador.

Ogun partiu para terras distantes. Lutou batalhas incontáveis, abriu caminhos com o facão, venceu guerras que homens comuns não ousariam enfrentar. Enquanto isso, em Irê Ekiti, seu povo definhava entre a fome e o medo. A ausência prolongada do seu senhor levantava uma dúvida cruel: estaria Ogun morto?

A aldeia, formada por sete comunidades sob a autoridade do Onírê, decidiu consultar Orunmilá. O oráculo foi claro e severo. Para preservar a vida de Ogun, seu retorno deveria ser recebido com silêncio absoluto. Nada de palavras, cantos, saudações ou gestos. Nenhuma manifestação humana deveria tocá-lo naquele momento. O silêncio seria o ebó.

Quando Ogun finalmente retornou, estava exausto. O corpo marcado pela guerra, a garganta seca, o estômago vazio. Esperava acolhimento, água, comida, ao menos um olhar. Encontrou silêncio. Nenhuma saudação. Nenhuma oferta. Nenhuma mão estendida. Para um guerreiro de honra, aquilo não era ritual. Era desprezo. Era humilhação.

A cólera se acendeu em seu peito como brasa em pólvora seca. Ogun não compreendeu o fundamento. Tomado pela sensação de traição, empunhou seus dois facões de ferro, expressão máxima do seu Asé, e devastou a aldeia. O chão se tingiu de sangue. Ogun banhou-se nele como quem tenta lavar a própria vergonha. Ali se manifestou a justiça do ferro, o julgamento sem mediação, o peso brutal da incompreensão.

Quando o silêncio se tornou definitivo, chegou seu filho, que não estava presente por estar caçando. Ao ver a aldeia destruída, explicou o que havia ocorrido. Revelou a palavra de Orunmilá. Explicou que o silêncio não era desprezo, mas proteção. Que aquele gesto, incompreendido, era o único capaz de preservar a vida do pai.

Nesse instante, Ogun compreendeu. E se partiu por dentro.

Envergonhado por ter exterminado o próprio povo, sentindo-se indigno da honra que sempre carregou, Ogun cravou seus facões no solo sagrado de Irê. Em um gesto de arrependimento, entrega e ruptura definitiva com sua condição humana, entrou na terra. Wo ilé. Foi tragado pela própria dor e transmutado em força eterna.

Ali Ogun deixou de ser apenas guerreiro. Tornou-se Orixá.

A terra o acolheu, mas não o apagou. Seu Asé permaneceu vivo. O ferro, a forja, o caminho, o sangue e a correção passaram a ser seus domínios. Quem caminha com Ogun carrega a memória desse gesto extremo, da honra sem concessão, da justiça que não tolera desvio e do limite entre força e consciência.

Até hoje, em Irê Ekiti, aponta-se o local onde se diz que Ogun entrou na terra. Um ponto de culto e reverência. Um marco onde o humano e o divino se tocaram no fio do facão.

Em 2026, Ogun rege como força ativa, não como símbolo decorativo. E a lenda de Irê Ekiti deixa isso muito claro.

 

O primeiro ensinamento é sobre impulsividade. Ogun destrói a aldeia não por maldade, mas por agir antes de compreender. Ele reage à dor com violência imediata. Em 2026, decisões tomadas no calor do momento podem gerar perdas irreversíveis. Palavras ditas sem escuta, atitudes tomadas sem fundamento, reações sem leitura do contexto podem cortar mais do que abrir caminhos. Ogun ensina que nem toda afronta é ataque e nem todo silêncio é desprezo.

 

O segundo ensinamento é sobre comportamento e ética. Ogun não suporta desvio de caráter. Mentira, falsidade, traição, jogo duplo. Em 2026, o erro não passa despercebido. A justiça de Ogun é rápida, seca e direta. Muita gente associa justiça apenas a Xangô, mas Ogun também julga. Ele julga pelo ato, pelo movimento e pela intenção. Quem anda torto em um ano de Ogun tropeça no próprio ferro.

 

O terceiro ensinamento fala de limites da força. Ogun é poder absoluto, mas até ele aprende que força sem consciência vira destruição. Em 2026, não é sobre vencer todas as batalhas. É sobre saber quais batalhas não devem ser travadas. Ofun, o Odu que rege a somatória do ano, reforça isso. Paciência, maturidade e sabedoria. Nem toda guerra é legítima. Nem toda vitória vale o preço.

 

O quarto ensinamento é sobre silêncio e leitura espiritual. O povo seguiu o oráculo corretamente, mas falhou na mediação. Ogun ensina que fundamento sem comunicação também mata. Em 2026, escutar será tão importante quanto agir. Saber calar na hora certa e saber perguntar antes de reagir será chave para atravessar o ano inteiro sem perdas desnecessárias.

 

Por fim, a lenda ensina sobre responsabilidade pelos próprios atos. Ogun não foge do que fez. Ele não transfere culpa. Ele se entrega à terra. Wo ilé. Em 2026, não haverá espaço para vitimismo espiritual. Cada escolha cobra retorno. Cada movimento cria caminho ou cria corte.

 

2026 não será um ano confortável. Será um ano honesto. Ogun não promete paz. Ele promete verdade. Quem age com retidão, trabalho, coragem e consciência encontra estrada aberta. Quem age com impulsividade, mentira e soberba encontra o fio do facão.

 

Texto Criado e registrado por Danvulayó de Oxumare - Proibida reprodução de texto e imagem sem prévia autorização do autor. Protegido por lei: 9610/98 de 19 de fevereiro de 1998.

 

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